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Descompassos silenciosos

Tem dias em que a ansiedade não chega fazendo barulho. Ela vem baixa, quase educada... E justamente por isso convence. Diz que sou eu quem sente mais. Que sou eu quem sente falta. Que, se eu me afastasse um pouco, talvez nada mudasse do outro lado. E eu começo a procurar sinais. No tempo de resposta, no tom, nos intervalos. O que antes era neutro vira dúvida. O que era silêncio vira interpretação. Talvez eu esteja exagerando. Talvez seja só a minha cabeça tentando organizar o que não entende. Mas talvez não seja só isso. Existe uma sensação difícil de ignorar. Como se aquilo que eu ofereço não encontrasse a mesma medida de volta. Não necessariamente menor. Mas diferente o suficiente pra causar ruído. E aí nasce a pergunta que não tem resposta exata: Isso é real ou é projeção? Provavelmente os dois. Porque expectativa é uma construção silenciosa. Ela não é combinada. É criada. Vai crescendo sem aviso, até começar a cobrar algo que o outro nunca prometeu. E, ainda assim, eu espero. Do ou...

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